Levantamento do GLOBO mostra que 117 ignoraram o texto (75%), enquanto 38 compartilharam ou defenderam o conteúdo do documento.A carta golpista publicada pelo candidato derrotado à Presidência Flávio Bolsonaro foi ignorada por três em cada quatro políticos eleitos pelo PL no pleito deste ano, ampliando o isolamento do senador na direita. Levantamento do GLOBO com os 155 escolhidos para representar o partido no Congresso e nos governos estaduais mostra que 117 ignoraram o texto (75%), enquanto 38 compartilharam ou defenderam o conteúdo do documento. A baixa adesão reflete
Ler NotíciaA relação do governo Lula 4 com Alexandre de Moraes.Lula tem sinalizado a integrantes do seu governo que terá uma relação diferente com os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), em especial com Alexandre de Moraes. Em conversas desde o segundo turno, o presidente demonstra que pretende adotar mais distância e equilíbrio no trato com os magistrados.A contaminação da campanha de Lula pela crise que envolveu o STF, especialmente após a revelação das mensagens entre Moraes e Daniel Vorcaro, dei
Ler NotíciaFaria Lima vê Fonteles como um 'novo Palocci', mas sem os vícios de Palocci...Gestores e banqueiros da Faria Lima que apostam em Rafael Fonteles como ministro da Fazenda do Lula 4 veem nele uma espécie de novo Antonio Palocci do PT. Ou seja, alguém que entende o funcionamento da economia de mercado, mas também é um político que saberá trafegar com habilidade pelo Congresso e em negociações difíceis. Mas, claro, sem os vícios que levaram Palocci à prisão e ao desterro da política.
Ler NotíciaNewsletter semanal do jornalista Thiago Prado traz entrevista na qual o presidente da sigla reflete sobre a surpreendente eleição presidencial e os resultados abaixo do esperado do seu partido. Encerrada a eleição, o presidente do PSD, Gilberto Kassab, passou a ter o partido cogitado como um dos possíveis pilares da reconstrução da base do quarto mandato do presidente Lula. Depois das legendas do Centrão (União Brasil, PP, Republicanos e MDB) declararem apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno, o PSD manteve-se neutro e agora parte de
Ler Notícia“Quando tribunais sofrem pressões ou interferências, abre-se caminho para a concentração de poder"O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal, disse que vê com muita preocupação o que está acontecendo na Polônia, onde há uma pressão pela destituição de ministros do Supremo que foram indicados pelo governo anterior, de direita, no que está sendo definido como “golpe judicial”. O presidente Karol Nawrocki, que estava em viagem ao Senegal, voltou às pressas ao país. “É um alerta polonês para o Brasil e o mundo”, disse Fachin.
Ler NotíciaEm participação no WW Especial, Lara Mesquita afirma que perda de cadeiras para o PL pode favorecer coalizão com o governo no CongressoA perda de espaço do centrão para o PL nas eleições de 2026 pode aproximar esses partidos do governo Lula (PT), favorecendo a formação de uma aliança no Congresso. A avaliação é da cientista polítca e professora da FGV-EESP (Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas) Lara Mesquita, em participação no WW Especial: Para onde vai o Brasil após as eleições?,
Ler NotíciaSenador eleito por Santa Catarina afirma que o pai voltou a ter soluços e sente "saudade de Flávio"; Senador fugiu do país para os Estados Unidos após 2º turnoSenador eleito por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro (PL), reafirmou neste sábado (31), após visita ao pai - o ex-presidente Jair Bolsonaro que cumpre pena em regime domiciliar - o apoio à candidatura do líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL), à Presidência da Casa Legislativa. "A gente tem uma eleição no Senado agora. Nosso candidato
Ler NotíciaFilho do ex-presidente Jair Bolsonaro chegou a se comprometer a entregar o passaporte a investigadores, mas depois desligou o celularCandidato derrotado ao Palácio do Planalto nas eleições de domingo, Flávio Bolsonaro correu para o escritório do advogado em Brasília, na segunda-feira, após ser intimado pela Polícia Federal a entregar o passaporte. Na longa conversa que teve com os defensores e aliados, o senador garantiu que forneceria o documento e até combinou de encontrar um dos advogados na terça-feira de manhã para cumprir a promessa. Depois, desligou o celular e sumiu.
Ler NotíciaSenador ganhou mais de 8 milhões de seguidores em quatro meses, mas especialista diz que 74% dos eleitores desaprovaram carta em que ele se declarou presidenteO senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) perdeu a eleição para o presidente Lula no último domingo, mas conseguiu um outro feito: conquistou mais de 8 milhões de novos seguidores em suas redes sociais. Em junho, quando começou a divulgar seu programa de governo, Flávio tinha 18,6 milhões de seguidores nas quatro principais redes sociais (Instagram, Youtube, X e Facebook). Na última semana, o número saltou para 26,9 milhões de seguidores.
Ler NotíciaA direita terá agora de se reinventar no Brasil, a partir de novas liderançasEra pouco mais de 16h de segunda-feira, 26, um dia após a derrota para Lula, quando Flávio Bolsonaro divulgou um vídeo no qual criticava o ministro Alexandre de Moraes por recolher seu passaporte em razão de uma investigação no STF. “Eu nunca pensei em sair do país”, disse. Pouco mais de 42 horas depois, no entanto, dois veículos cortavam a movimentada rodovia Interstate 95 (I-95), em Miami, em imagens mostradas por TVs americanas, levando o senador, esposa e
Ler NotíciaWashington deve apresentar em novembro os termos das negociações; ministros preparam agenda para possível encontro entre Lula e TrumpEncerrada a eleição presidencial brasileira, uma das principais disputas econômicas entre os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump volta ao centro das atenções: as tarifas americanas sobre produtos brasileiros. A expectativa em Brasília é que Washington apresente em novembro um documento com suas exigências para avançar nas negociações comerciais. A proposta, prometida pelo representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, deverá se
Ler NotíciaO que o governo de fato não prometeu, na campanha, e, logo, não está obrigado a fazer, são reformas estruturaisÉ um pouco vago definir o que está incluído nisso. Gasto previdenciário seria “política social?”. E os R$ 17 bilhões em prejuízos dos Correios, desde 2023? E as vinculações constitucionais da saúde e educação? É tudo “incortável”, como diria o antigo filósofo Antônio Magri?Daria para ir longe, aqui. O que o governo de fato não prometeu, na campanha, e, logo, não está obrigado a fazer, são reformas estruturais. Reformas que mexam
Ler Notícia